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Livre-se de Preconceitos!

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Este tema foi colocado para você fazer uma reflexão e acreditar mais em você sem se importar com aparências.

Exemplo: Um homem alto e forte pode ter uma mente fraca e um homem pequeno, sem estatura ou beleza pode ter uma mente forte e brilhante. Leia a biografia de Ruy Barbosa.

Isto não é regra. O exemplo apenas sugere evitar o preconceito.

O que fica evidente é a possibilidade de contrariar a lógica e com bom humor.

O povo hebreu assistindo aquele gigante filisteu chamado Golias, disseram entre si: “Ele é tão grande, não conseguiremos derrotá-lo”. O pequeno Davi, filho de um camponês com sua funda (estilingue da época) deve ter pensado: “A cabeça dele é tão grande, será impossível errar”.

Qualquer um pode vencer, mas é preciso sair da zona de conforto e sentir a possibilidade real de fazer mais, melhor e diferente.

A atitude é a palavra mais importante do dicionário. Um estudo da Harvard University concluiu que quando uma pessoa consegue um emprego ou uma promoção, isso de deve 85% à sua atitude e 15% em razão da inteligência e conhecimento.

É surpreendente que aproximadamente 100% do dinheiro empregado em educação vai para o ensino de fatos e números e isso resulta em apenas 15% dos êxitos na vida.

85% da base que constrói vitórias está ligada a livrar-se de preconceitos, de negativismo... E em paralelo, melhorar sua atitude, focar no comportamento, na postura e na conduta que traz o sucesso.

Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!

 

O Seu Ex-Velho Cliente...E Novo Cliente do Concorrente!

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Certa ocasião eu estava visitando um amigo, gerente de uma loja e percebi que entrou na mesma uma pessoa que ninguém atendeu, ficou ali meio de um lado para o outro... E eu perguntei a ele: “Ninguém vai atendê-lo?” E ele me respondeu: “Ah! Ele já é nosso cliente”.

Se você não atender o seu velho cliente com dedicação, carinho, atenção e comprometimento, em breve ele será o mais novo cliente da concorrência.

O escritor americano Zig Ziglair, um fenômeno em vendas disse: “Nós perdemos 100% das vendas que não tentamos fazer”.

Expressões comuns para justificar a demora, o mau atendimento, o descaso com o cliente são usadas como: “Que é isso patrão?” ou “Você está levando para o lado pessoal”  ou ainda “É que você já é de casa” ... E isso acaba levando um cliente de 10 ou 20 anos para o seu principal concorrente.

O mais incoerente nestas histórias é que as empresas fazem um grande esforço de marketing para trazer o novo cliente, gastam um dinheirão em propaganda, fachadas luminosas, tudo para chamar a atenção...

E quando ele está lá dentro, no início dão aquele tratamento de novo cliente, mas com o tempo vem a acomodação jogam-no pela janela sem o menor pudor. Isso é o que eu chamo de jogar dinheiro fora.

O treinamento nas empresas deveria ser uma constante, tanto na parte técnica quanto motivacional... Tudo para perceber que o sucesso de qualquer negócio depende de continuidade.

Assim secretárias bem treinadas garantem clientes por 30 anos aos médicos, vendedores seguram clientes para uma vida toda, garantindo suas comissões, sua carreira e o lucro da empresa, sem o qual não existiria sequer salários.

Porém, o que acontece é que 90% das pessoas sabem o que tem que fazer... Mas não fazem! Vejo neste time não somente equipes de trabalho, percebo chefes, gerentes, gestores não comprometidos com o negócio... E pelo visto, nem comprometidos com seus próprios bolsos.

Afinal, a vida não é uma coincidência... A vida é uma conseqüência.

Basta sair ao mercado e perceber isto. Vá ao seu banco, ao supermercado, as lojas do shopping, ao seu gestor de tecnologia, a empresa que lhe entrega água toda semana, ao restaurante da esquina e irá constatar o que estamos dizendo.

Se você quer participar da minoria do sucesso, aqueles que sempre freqüentam o pódio que é para poucos mesmo, chegou a hora de dar o show! Seja o novo cliente, seja o velho cliente e aqueles que ainda virão!

Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!

 

O tempo é de Deus

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O TEMPO É DE DEUS

Final de um ano, chamado de velho e princípio de outro, que gostamos de chamar de novo. Aliás, isso reflete bem a nossa cultura de desprezo ao que tem muita idade e acatamento imediato ao que acaba de chegar. Mas de qualquer forma, isso nos leva sempre a uma reflexão: balanços, mudanças, colheitas. Avaliamos o que fizemos de errado, prometemos mudanças e inexoravelmente colhemos os frutos de nossa atividade anual. Até me vem à lembrança um refrão bem caipira, dos  matutos de nossa Minas Gerais: Quem pranta, cói. Essa é, na verdade, uma lei natural e implacável. Vale para os negócios, para o emprego, para o trabalho, para o amor, enfim para a vida. A sua colheita no final de um ano, de uma fase da vida, de uma temporada é sempre de acordo com o que você plantou. Infelizmente isso não se aprende nos livros, ou na escola. Aprende-se a viver, vivendo. É preciso ser sábio para não cair nas peças que nos prega a vida. Se não, aprende-se a viver quando já não se tem mais tempo para ela.
Basta-nos um olhar mais atento e deparamo-nos com inúmeras situações desta natureza. Orgulhosos que são desprezados, valentões que são humilhados, espertos que são desmascarados e criminosos que são condenados. É questão de tempo. Até porque é muito válida a máxima que diz: o nosso tempo não é o tempo de Deus. 
A propósito, gostaria de aproveitar a oportunidade e em nome de meus leitores, cumprimentar a todos os leitores da coluna da ALAMI, desejando que façam um verdadeiro balanço desse ano que se finda e que 2010 seja de colheitas fartas, resultado de semeaduras corretas. Que você tenha Dois Mil e Dez motivos para ser feliz.
Quanto a mim, no apagar das luzes desse ano de 2009, quero agradecer muito e pedir pouco. 
Na verdade,
Eu só peço a Deus que me dê forças.
E que toda a força do meu ser tenha origem na força maior de Seu Espírito.
Que minhas palavras tenham força para serem ouvidas como paz, e não como modelo.
Que minha postura tenha força para ser vista como humana, e não como divina.
Que meu exemplo tenha força para comover e nunca para remover.
Que meu trabalho tenha a força  da  transformação do bom no melhor.
Que o meu sorriso tenha sempre a força da transparência da  sinceridade, e nunca o opaco da dissimulação.
Que meu olhar tenha a força do convencimento das verdades que acredito. 
Que minha vida tenha sempre a força para impregnar o meu ser do que realmente necessito, e não do que simplesmente  quero.
E que, finalmente, minha morte tenha a força para unir os corações daqueles que sempre amei.

José Moreira Filho
Acadêmico da ALAMI
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Tributo a Vinicius

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TRIBUTO A VINÍCIUS

 

De repente do homem fez-se o poeta

Sensível e manso como uma flor

E das palavras escritas fez-se o amor

E na melodia fez-se o atleta

 

De repente das letras fez-se o hino

Que a todo coração tem encantado

E do pensamento se fez amado

E da paixão maior fez seu destino

 

De repente, não mais que de repente

Fez-se de quieto o que se fez errante

E de sozinho o que se fez amante

 

Partiu, mas  com certeza foi contente

Pois deixando obra tão eloqüente

Fez-se entre nós o que está distante.    

 

Last Updated on Monday, 14 December 2009 10:42
 

Agradeça as reclamações dos seus clientes!

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Uma reclamação é uma declaração de expectativas não satisfeitas. Infelizmente, a palavra tem conotação negativa, provocando as mais diversas reações nos funcionários de uma empresa. Por exemplo, se logo de manhã você chega ao escritório e a primeira ligação que atende é de um cliente reclamando, provavelmente irá pensar algo como: “Xi, meu dia já começou mal”.
Mas a verdade é que cada reclamação é uma chance que você tem de consertar as coisas, de aprofundar relacionamentos e também de vender mais.
As reclamações são um dos meios mais diretos e eficazes dos clientes informarem as empresas de que algo não está certo e, portanto, há espaço para melhorias. E se as empresas não atendem essas expectativas promovendo as mudanças necessárias, acabam perdendo seus clientes para a concorrência.
Para mudarmos essa conotação negativa que as reclamações têm na equipe de vendas, talvez devêssemos começar mudando o seu nome. Em vez de dizer que um cliente ligou reclamando, diga que um cliente ligou para dar um feedback ou, ainda, que ele ligou para passar informações muito valiosas.
Sim! Reclamações não são nada mais do que o seu cliente lhe dando informações valiosas sobre o que ele espera da sua empresa e como você pode satisfazê-lo. Em vez de gastar vários mil reais em pesquisas demoradas, comece a prestar atenção no que seus clientes dizem.
Ao reclamar, muitas vezes os clientes ficam nervosos, brabos e algumas vezes são grosseiros. O primeiro passo é entendermos que isso é muito natural, uma vez que eles tinham expectativas em relação à empresa e que não foram atendidas.
O segundo passo é tentarmos nos concentrar no conteúdo da mensagem, e não na maneira como ela está sendo passada pelo cliente. Dependendo da situação, isso, às vezes, é muito difícil, mas se conseguirmos ver reclamações como presentes, os embrulhos nada importam.
Os números não nos deixam mentir
Quantas pessoas do total reclamam? E quantas delas não voltam a comprar da empresa? Segundo Philip Kotler, uma empresa pode perder até 80% dos seus clientes muito insatisfeitos; 40% dos insatisfeitos; 20% dos indiferentes e talvez 10% dos satisfeitos. Mas pode perder apenas 2% dos clientes muito satisfeitos.
Agora, um número muito interessante: 95% desses clientes muito insatisfeitos não reclamam. Simplesmente param de comprar da empresa. Ou seja, se o cliente reclama, é porque ele se importa e isso deve ser valorizado.
Um caso citado por Kotler em seu livro Administração de Marketing é o da empresa 3M, que alega que mais de dois terços de suas idéias para melhorar produtos e serviços vêm a partir das reclamações de seus clientes.
Uma coisa que é importante colocarmos aqui é que apenas ouvir seus clientes não é o bastante. Mais importante que isso, é fazer algo de construtivo com a mensagem passada.
Kotler afirma que “dos clientes que registram uma reclamação, entre 54% e 70% voltarão a fazer negócios com a empresa se suas reclamações forem resolvidas. O percentual chega a espantosos 95% se os clientes sentirem que a reclamação foi atendida rapidamente”. Mas infelizmente, a realidade é que apenas metade dos clientes que reclamam afirmam receber uma solução satisfatória e rápida para o problema.
Resolver o problema dos seus clientes é um dever que a sua empresa tem. Afinal de contas, ela ofereceu um produto ou serviço, a pessoa comprou e nada mais justo que ela fique satisfeita, assim como lhe foi prometido. Mas há também outras motivações para que seus clientes sejam bem atendidos em suas reclamações.
Em média, um cliente satisfeito conta para 3 pessoas a sua experiência positiva com a empresa. Mas um cliente insatisfeito conta para 11 pessoas sua experiência negativa.
Realmente, a propaganda negativa é um mau negócio. E agora a coisa ficou pior ainda com a internet, que proporciona uma rápida comunicação com muitas pessoas ao mesmo tempo. Por isso é muito melhor ouvir as reclamações e resolvê-las. Prevenir é sempre mais sábio do que remediar.
No livro Reclamação de Cliente? Não Tem Melhor Presente (Editora Futura), Barlow e Moller apresentam a fórmula para se lidar com reclamações:
1)    Dizer obrigado.
2)    Explicar por que você apreciou a reclamação.
3)    Pedir desculpas pelo erro.
4)    Prometer que alguma medida será tomada imediatamente.
5)    Pedir as informações necessárias.
6)    Corrigir o erro – imediatamente.
7)    Verificar se o cliente está satisfeito.
8)    Prevenir erros futuros.
Para que esta fórmula funcione, é preciso que os funcionários da linha de frente tenham autonomia para resolver rapidamente os problemas mais comuns. E aqui é fundamental o papel da gerência, pois será necessário treinamento, delegação de tarefas, controle e acompanhamento.
Somente com sua equipe tendo autonomia para resolver os problemas freqüentes é que você será capaz de atender rapidamente seus clientes que reclamam, pois a burocracia é eliminada.
Sabendo da importância dos feedbacks que seus clientes dão (tanto os positivos quanto os negativos), é imprescindível que você incentive seus clientes a falarem com você. Veja abaixo algumas coisas que podem ser feitas:
Coisas que você pode fazer para encorajar reclamações
* A principal delas é colocar uma linha 0800 para contato com o público. No Brasil, esse é um sistema ainda caro, que muitas empresas de pequeno porte não podem pagar. Nesse caso, tenha um serviço de atendimento muito claro, rápido e efetivo. Ou seja, nada de colocar 5 minutos de gravações e fazer com que o cliente tenha de apertar 10 números para conseguir falar com um ser humano.
* Treine seus clientes para que também vejam reclamações como presentes. Você pode até utilizar incentivos (por exemplo: você pode oferecer um brinde, um cupom de desconto para a próxima compra ou para a compra de um outro produto da empresa etc.).
* Divulgue o fato de que está procurando ouvir todas as reclamações.
* Avalie suas estruturas internas referentes às reclamações.
* Mantenha sempre disponíveis formulários (na sua empresa/loja, no site etc.) para os clientes comentarem.
* Crie fichas para os funcionários registrarem as reclamações dos clientes.
* Permita que seus clientes reclamem.
* Vá atrás dos que não respondem suas pesquisas e não entram em contato. Existe uma possibilidade alta de você encontrar aí um cliente insatisfeito.
Lembre-se: as reclamações dos seus clientes podem salvar sua empresa de uma grande crise. Pode ainda, ajudá-lo a diferenciar-se da concorrência, criar valor e clientes fiéis. Não deixe que a conotação negativa interfira neste processo de aprendizagem.
Last Updated on Sunday, 06 December 2009 19:21
 


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